A paralisação é a única ferramenta efetiva de pressão que os servidores possuem, e interromper o funcionamento normal da universidade é precisamente o que evidencia a substancialidade dos seus serviços.
A paralisação é a única ferramenta efetiva de pressão que os servidores possuem, e interromper o funcionamento normal da universidade é precisamente o que evidencia a substancialidade dos seus serviços.
Esse cenário representa, antes de qualquer coisa, a política liberal de ataque à educação pública que tem como suas expressões o corte no financiamento, a política de austeridade fiscal e o caminho aberto para a terceirização das estruturas públicas.
A força das mobilizações, até agora demonstrada, foi fruto direto das articulações entre os estudantes e servidores organizados! Não é à toa que a USP deseja controlar mais e mais os espaços estudantis, pois é neles que uma real reação pode ser alcançada.
Quando estudantes denunciam o assédio o Estado finge que não escuta, mas quando estudantes se mobilizam para enfrentar as violências, o Estado responde de forma ágil com agressões.
Se não lutarmos com firmeza contra os desvios reformistas e eleitoreiros da majoritária da UBES e a estrutura burocratizada na qual a entidade está afundada hoje, estaremos lutando apenas pelo controle dessa máquina burocrática montada pelos governistas.
Diante da vitória do governismo, quais são os próximos passos para aqueles que estão comprometidos e dispostos a levar até às últimas consequências os interesses e demandas do corpo estudantil, da classe trabalhadora e dos povos oprimidos do Brasil e do mundo?
Essa entidade tem um dever fundamental: unificar e organizar os estudantes de todo o Brasil para lutar por melhorias e contra os ataques que são feitos à educação.
A União da Juventude Comunista (UJC) e o Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) na UNEB demonstram apoio às professoras Janeide Medrado e Ieda Balogh, candidatas pela Chapa 1 à direção do Departamento de Educação I (DEDC-I).
Para além da participação nos comitês e espaços de luta em defesa do povo palestino, nosso partido tem levantado a pauta da solidariedade internacional em diversos espaços que permeiam a juventude e os trabalhadores do Brasil.
As três candidaturas expressam não projetos de transformação, mas a continuidade de uma mesma lógica de poder. Sob diferentes roupagens, todas reproduzem a estrutura autoritária que rege a universidade e bloqueia qualquer possibilidade de democratização real.
Nesse contexto, o PCBR e a UJC vêm por meio desta nota denunciar a farsa democrática deste processo eleitoral, mas sobretudo realizar um chamado para a comunidade universitária votar nulo na consulta do próximo dia 18.
Esta Plataforma é um chamado a toda pessoa que quer um movimento estudantil que represente, acima de tudo, os interesses da classe trabalhadora, dos povos oprimidos do Brasil e do mundo, e de cada estudante da UFRGS.
O objetivo deste texto é estabelecer um debate franco com o conjunto do Movimento Estudantil (ME) e, em especial, com o Correnteza, sobre os desdobramentos dessa aliança.
O Movimento Antimanicomial divulgou um Manifesto contra as Comunidades Terapêuticas e está propondo o Dia 10 de outubro como Dia Nacional Unificado de Luta contra as CT’s.
A luta pela libertação da Palestina não pode se restringir a discursos: é preciso cortar os laços com Israel, rompendo acordos nas mais diversas áreas que sustentam o projeto colonial.